010 / 2025

 

Anápolis, 25 de novembro de 2025

 

Ao Doutor Iltamar de Souza Pires

Benfeitor do Instituto, Goiânia – GO

 

Caríssimo senhor, fomos criados para o céu! Para entrar na Glória Eterna devemos aproveitar bem o tempo. Infeliz da pessoa que vive de braços cruzados, isto é, sem realizar o bem: “Por isso, enquanto temos tempo, façamos o bem a todos os homens…” (Gl 6,10).

Tempo breve e tempo precioso! Cada segundo, cada minuto, cada hora, cada dia, cada ano que passa, a nossa vida fica mais breve, e esse tempo que passou nunca mais voltará, e sabemos muito bem que Deus é misericordioso, mas também é justo, e pedirá conta de cada segundo mal empregado: “Se na hora da conta te há de pesar de não teres empregado este tempo no serviço de Deus, porque o não ordenas e empregas agora como o quererias ter feito quando estiveres a morrer?” (São João da Cruz).

Esse tempo que Deus nos concede durante a nossa vida é muito precioso, com ele podemos comprar a Felicidade Eterna ou a desgraça eterna, a decisão é nossa. Que prestação de conta terrível daremos a Deus na hora da nossa morte, principalmente aquele que o usou para o mal ou simplesmente o deixou passar em vão.

Uns choram pelo tempo, porque não lhes chega para as suas boas obras; outros não sabem o que fazer dele, porque não lhe conhecem o valor.

São Bernardo de Claraval diz: “O tempo vale tanto como o céu, como o sangue de Jesus Cristo, como o mesmo Deus, porque, bem empregado, põe-nos na posse d’Ele”.

Por falta do conhecimento do seu valor passam uns o tempo na ociosidade, outros nos vícios; a uns vai-se todo nos negócios da vida e a muito poucos em tratar do negócio de sua salvação.

O tempo passa e depois dele vem a eternidade! E o que no tempo não fizemos, havemos de chorar para sempre! Se o tempo vale tanto e passa tão depressa, que fazer dele? – Empregá-lo no bem (Pe. Alexandrino Monteiro, Raios de luz).

Rezo pelo senhor e família.

Agradeço-lhe pela ajuda financeira.

Com respeito e gratidão,

 

Pe. Divino Antônio Lopes FP (C)

 

 

 

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