012 / 2025

 

Anápolis, 26 de novembro de 2025

 

Ao senhor Simeão Pereira Neto

Benfeitor do Instituto, Goiânia – GO

 

Caríssimo senhor, Deus quer que suportemos com paciência, fé e firmeza as provações, dificuldades e obstáculos de cada dia. Longe da cruz não há salvação! Chorando entramos nesse mundo… e chorando sairemos dele.

Dores e trabalhos sãos os companheiros que encontramos ao entrar no grande cenário da vida!

Levando aos ombros a nossa cruz… todos caminhamos como Isaac para o monte do sacrifício, como Jesus para o Calvário!

A cruz é custosa e às vezes parece insuportável para os nossos ombros; porém, se Deus a colocou sobre eles, dá-nos um sinal de que nos estima e de que não nos faltará com a sua graça para a levarmos.

A cruz é pesada, mas que importa? Depressa nos aliviará Deus de seu peso e em troca dela nos dará o descanso eterno (Pe. Alexandrino Monteiro, Raios de luz).

Jesus Cristo, nosso Salvador, sofreu desde o ventre materno e não prometeu vida fácil para os seus seguidores. Ele sofreu aqui nesse mundo e a nossa vida não pode ser diferente. Ele disse para aquele que quiser segui-lo: “Quem quiser seguir-me, tome a sua cruz e siga-me” (Mt 16,24).

Aquele que busca a salvação longe da cruz caminha na escuridão… distante de Deus e da verdadeira felicidade.

A cruz ergue a nossa esperança para os bens do céu, aviva a fé nas divinas promessas e inflama o coração no amor de Jesus Cristo.

A cruz é uma fonte de merecimentos que Deus nos há de premiar com mão generosa e liberal.

São João da cruz escreve: “Quem não busca a cruz de Cristo, não busca a glória de Cristo”. Buscar vida fácil é buscar a glória vazia desse mundo inimigo de Cristo crucificado… é perder tempo e jogar a vida fora.

Tomás de Kempis escreve: “Como, pois, buscas, tu outro caminho para entrar no céu que não seja o caminho real da santa cruz?” A cruz é o caminho mais curto para o céu.

Rezo pelo senhor e família.

Agradeço-lhe pela ajuda financeira.

Com respeito e gratidão,

 

Pe. Divino Antônio Lopes FP (C)

 

 

 

OUTRAS CARTAS