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“Simão Pedro respondeu-lhe:
‘Senhor, a quem iremos?”’ (Jo 6,68).
“Senhor, a quem iremos?”
Iremos a Ti para Te desagravar… para Te
consolar pelas comunhões sacrílegas, profanações, desprezos e abandonos.
A Comunhão sacrílega é, por isso, uma grande, uma
verdadeira desgraça, porque não traz graças, mas castigos.
Infeliz da pessoa que recebe a Santíssima Eucaristia em
pecado mortal! “Aquele que come e bebe sem
discernir o Corpo, como e bebe a própria condenação”
(1 Cor 11,20); isto é, castiga-se a si
mesmo, atrai sobre si os castigos de Deus e a condenação eterna.
A Comunhão digna é a vida com Jesus. A Comunhão indigna é
a “morte” da alma, apesar da presença de Jesus:
“Satanás entrou nele”
(Lc 22,3). “Era
noite, porém”
(Jo 13,30).
A Comunhão digna aumenta a vida da graça… produz na alma
o prazer e a força para praticar o bem. A Comunhão indigna produz
indiferença, embotamento para com tudo quanto é religioso, cegueira e
endurecimento do coração.
A Comunhão digna apaga os pecados veniais e preserva
dos mortais; enquanto a Comunhão indigna acrescenta novos pecados
mortais aos outros que a alma já tinha. A Comunhão digna é um penhor da
vida eterna no Céu… A Comunhão indigna, ao contrário, traz a eterna
condenação ao inferno (Pe. João Batista Lehmann).
Pe. Divino Antônio Lopes FP(C)
Anápolis, 02 de abril de 2026
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