40 - A Comunhão digna aumenta a vida da graça

 

 

“Simão Pedro respondeu-lhe: ‘Senhor, a quem iremos?”’ (Jo 6,68).

 

“Senhor, a quem iremos?” Iremos a Ti para Te desagravar… para Te consolar pelas comunhões sacrílegas, profanações, desprezos e abandonos.

A Comunhão sacrílega é, por isso, uma grande, uma verdadeira desgraça, porque não traz graças, mas castigos.

Infeliz da pessoa que recebe a Santíssima Eucaristia em pecado mortal! “Aquele que come e bebe sem discernir o Corpo, como e bebe a própria condenação” (1 Cor 11,20); isto é, castiga-se a si mesmo, atrai sobre si os castigos de Deus e a condenação eterna.

A Comunhão digna é a vida com Jesus. A Comunhão indigna é a “morte” da alma, apesar da presença de Jesus: “Satanás entrou nele” (Lc 22,3). “Era noite, porém” (Jo 13,30).

A Comunhão digna aumenta a vida da graça… produz na alma o prazer e a força para praticar o bem. A Comunhão indigna produz indiferença, embotamento para com tudo quanto é religioso, cegueira e endurecimento do coração.

A Comunhão digna apaga os pecados veniais e preserva dos mortais; enquanto a Comunhão indigna acrescenta novos pecados mortais aos outros que a alma já tinha. A Comunhão digna é um penhor da vida eterna no Céu… A Comunhão indigna, ao contrário, traz a eterna condenação ao inferno (Pe. João Batista Lehmann).

 

Pe. Divino Antônio Lopes FP(C)

Anápolis, 02 de abril de 2026