Instituto Missionário dos Filhos e Filhas da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo e das Dores de Maria Santíssima

 

01

O católico que descansa tranquilo e sossegado diante de tantas almas imortais se perdendo eternamente, não possui a verdadeira caridade.

02

O nosso coração foi criado por Deus para amar, e é para o Criador que ele deve “direcionar” esse amor… do contrário, vive no vazio e caminha na escuridão.

03

Deus não nos criou para o demônio; mas sim, para Si… aquele que nega amá-lo é traidor e não se salvará.

04

Ser criado por Deus para conhecê-lo, amá-lo e servi-lo, e preferir as criaturas no lugar do Criador, é uma ingratidão “inexplicável”.

05

Amar a Deus de todo o coração é o dever dos deveres… e é exatamente esse dever que é deixado de lado por milhões de católicos.

06

Aquele que nega amar a Deus jamais conhecerá a felicidade… nem nesse mundo nem após a morte. No inferno não há felicidade!

07

Os santos construíram o belíssimo “edifício” da santidade com a “ferramenta” do sofrimento.

08

O sofrimento suportado com paciência e por amor a Deus prepara-nos um “banquete” de delícias para sempre no céu.

09

Existem pessoas que transformam um relacionamento sério num vício insaciável e voraz… é preciso “despejá-las”… “expulsá-las”… sem demora.

10

O homem casado que se “abre” para uma mulher provocante, merece o nome de “cara de pau”.

11

O homem casado que se recua diante de uma mulher imoral merece o “aplauso” do céu. Rocha inamovível!

12

O homem casado que se envolve com mulheres imorais pode sofrer um terrível “desastre”: perder dinheiro… a esposa… a graça de Deus… e “ganhar” o inferno após a morte. Somente prejuízo!

13

Tudo o que acontece na nossa vida procede da vontade de Deus e contribui para a nossa santificação e salvação… exceto o pecado, porque Deus não pode fazer maldade.

14

Judas Iscariotes deixou de seguir a Jesus Cristo… de ser seu amigo… de ser santo… para ser guia dos perseguidores do Salvador. Fez tudo livremente!

15

Cristo Jesus, Manso Cordeiro, foi abandonado, na Sagrada Paixão, pelos escolhidos e chamados pelo nome… não por estranhos. O coração do homem é um abismo!

16

Não podemos nos desesperar diante do desprezo de parentes e amigos. Jesus Cristo foi abandonado e não se desesperou. Assemelhemo-nos a Ele!

17

É muito perigoso fugir de Deus, coluna forte, para se apoiar nas criaturas, caniços flexíveis… nelas não há segurança.

18

Quando alguém se afastar de nós, agradeçamos a Deus por tudo. Cedo ou tarde a morte “causará” tal separação.

19

Jesus, no Calvário, foi despojado de suas vestes! Peçamos ao Senhor humilde que tire de nós as vestes do orgulho e da vaidade.

20

O Salvador foi despojado de suas vestes! Ele não pôs resistência… não se apegou em nada. Despojemo-nos das coisas terrenas… e o nosso coração servirá ao Senhor com total liberdade.

21

Aquele que se apoia nos braços fortes de Deus, não será arrastado pela lama das vaidades do mundo.

22

O católico apaixonado por Deus não cruza os braços diante das almas que “caminham” na escuridão do pecado; mas sim, trabalha com garra e zelo para colocá-las no caminha da luz.

23

Quem ama a Deus ama as almas… e luta com fé para salvá-las.

24

A tibieza já “varreu” o fervor de muitos corações. “Terra” árida e fria.

25

Existem certos “amigos” que não são confiáveis… é preciso fugir deles porque são manipuladores e tiradores de proveitos.

26

Existem pessoas que mostram uma falsa compreensão… somente com a intenção de tirar vantagem.

27

Aquele que inicia um trabalho para a glória de Deus e enjoa do mesmo em seguida, não possui reta intenção naquilo que faz.

28

O tédio só encontra espaço onde não existe amor, zelo e fé.

29

O tédio é um perigoso “verme” que danifica a “árvore” da vida espiritual.

30

Os santos nunca imaginavam que tudo era rosa; pelo contrário, sabiam que o caminho era carpetado de agudos espinhos. Não existe “Santo Facim!”

31

Muitas pessoas começam trabalhar para Deus e querem que o resultado seja instantâneo… se não acontecer logo, se arrefecem e se esfriam completamente.

32

Milhões de pessoas iniciam um trabalho para o bem das almas até passar a tão sonhada e procurada “novidade”… passada essa, se arrefecem e voltam as costas para o Criador. Então era isso? Dizem!

33

A Igreja Católica, fundada pelo Deus Vivo e verdadeiro, está cheia de católicos “novidades”… sem “novidades” não há participação.

34

Os santos olhavam para Deus como se olhassem para um profundo oceano… quanto mais o conheciam, mais aprofundavam o “mergulho”. Amor insaciável!

35

Os santos “mergulhavam” na Imensidão de Deus e descobriam aos poucos o quanto estavam longe da santidade pessoal e da Santidade Infinita. Doce “descoberta!”

36

Quem realiza o bem por curiosidade não agrada a Deus e não entesoura na Pátria Feliz. Múmia adornada!

37

O preguiçoso não mergulha na profundidade do “oceano”… mas fica adormecido na “praia”. Infrutífero!

38

Infeliz do católico que se apega às coisas caducas e vazias desse mundo e abandona a Deus, o Único necessário.

39

O coração agitado e apavorado não confia na proteção de Deus; mas sim, nas próprias forças.

40

Deus criou o homem livre e não “destruirá” essa liberdade… mesmo quando o homem enveredar pelo caminho do inferno eterno. O homem será livre até o fim!

41

Uma pessoa pode sentir desânimo sem estar desanimada. “Sentir” não é o mesmo que “estar!”

42

Não podemos pedir para o Senhor afastar as cruzes do nosso caminho; mas sim, devemos pedir-lhe para que nos ajude a carregá-las com fé, alegria e paciência até o fim… sem desânimo!

43

Deus permite que os maus vivam para ganhar o céu… eles foram criados para a Felicidade Eterna. Enquanto viverem há esperança. Rezemos por eles sem condená-los!

44

Se Deus eliminasse os pecadores imediatamente, o mundo seria um deserto: “Quem dentre vós não tiver pecado, atire a primeira pedra!” (Jo 8, 7).

45

O pecador é uma “flor” murcha que poderá “enfeitar” o “jardim” do céu após a morte. Basta querer! Basta mudar de vida agora!

46

Se Deus eliminasse todos os pecadores aqui na terra… o céu seria um “oceano” de delícias, mas sem “peixes”.

47

O pecador deve encontrar na misericórdia de Deus ânimo e força para se levantar… e não “abertura” para aumentar a sua “coleção” de pecados. Deus é bom, não bobo!

48

Existem pessoas que se tornam “demônios” e querem que os vizinhos façam parte do seu “inferno”.

49

Aquele que se esforça por rezar sem distrações… é o que mais encontra dificuldades na oração. Não é fácil rezar bem!

50

As distrações são “pedras” que estão sempre no “caminho” da oração… os santos as “chutaram” todos os dias.

51

“Rezar” é fácil… mas rezar bem é uma batalha que nos acompanhará até na hora da morte.

52

Aquele que mente na confissão “engana” a alma e sai do confessionário com todos os pecados e mais um. Infeliz mutismo!

53

Quem mente na confissão transforma o remédio em veneno.

54

Na confissão, quem renuncia um pecado mortal, mas se “abraça” com outro… comente sacrilégio e não é perdoado.

55

Um pecado mortal mal confessado é o suficiente para lançar o pecador no inferno para sempre.

56

O egoísmo leva a atitudes desastrosas.

57

O egoísta não enxerga o próximo… só tem olhos para o seu coração fechado.

58

O verdadeiro amor não conhece barreiras nem limitações. Doação total!

59

É impossível construir o “edifício” da paz sem o “cimento” da caridade.

60

Aquele que percorre o caminho das trevas não pode possuir a paz interior.

61

A alma que “geme” sob os “pés” do demônio vive amargurada e não possui a paz que liberta.

62

O coração que não reza jamais conquistará a paz que vem do alto. Sem Deus não há paz!

63

Enquanto o demônio, rei do ódio, permanecer na alma de uma pessoa, é impossível que ela conquiste a verdadeira paz.

64

Aquele que permanece em pecado mortal “possui” uma “paz” inventada, fictícia, aparente e imaginária.

65

Os pecadores obstinados são “peritos” em “fabricar” a “paz”.

66

A melhor “arma” para vencer uma guerra é a paz.

67

Quem foge da cruz se opõe a Jesus Cristo e se desvia do caminho do céu… torna-se um “objeto” nas garras de Satanás.

68

Os mundanos odeiam os amigos de Deus, porque não aprovam os seus vícios, pecados e licenciosidades (Sb 2, 12).

69

Nesse mundo não há crime perfeito; pode sim, existir crime quase perfeito… porque o crime é e será sempre um pecado, e não há pecado perfeito… e Deus não é cego.

70

O escravo das máximas e vaidades do mundo jamais encontrará a paz que vem de Deus.

71

A verdadeira paz não flui de palavras “açucaradas” e temperadas com o veneno da mentira.

72

Para o golpista todas as pessoas são “lâmpadas” queimadas… somente ele é um “refletor inqueimável”.

73

O passado é um “fantasma” que assombra somente as pessoas que não confiam no perdão de Deus.

74

Aquele que afirma que criança não mente é um grande mentiroso… criança é habitualmente mentirosa.

75

Uma criança que não recebeu boa formação pode muito bem “deformar” a verdade.

76

Muitas crianças mentirosas “transformam” a verdade num “grande” romance… e com lágrimas de vítimas.

77

Uma criança mentirosa pode “escrever” uma história assassina.

78

A criança mentirosa tem o costume de iniciar bem uma história… mas a partir de certo momento, começa a fantasiá-la e a encerra num “oceano” de mentira.

79

As crianças devem ser educadas, não domesticadas… não são feras e os educadores não são domadores.

80

O verdadeiro amor é um “fogo” que se espalha por si mesmo; enquanto que o falso amor não se difunde… não possui força para crescer.

81

O coração é uma “pequena sala” que não consegue “segurar” o amor sincero… amor “rebelde” que não deixa de se difundir.

82

O verdadeiro amor não se intimida diante das “barreiras”… ele passa de coração para coração sem se esquivar nem recuar… ele é “devorador”.

83

O verdadeiro amor é um forte “martelo” que destrói os corações petrificados com o “gelo” da apatia.

84

O falso amor não conquista os corações para Deus; mas os deformam… os sufocam e os atrofiam.

85

O verdadeiro amor não mente, não se perde em palavras vazias… não bajula… não age com interesse; mas sim, realiza o bem com reta intenção, por amor a Deus e sem querer algo em troca.

86

O amor verdadeiro não faz acepção de pessoas… porque “enxerga” Deus em cada uma delas.

87

O amor é a bússola que orienta o missionário pelo caminho do bem.

88

É impossível um católico realizar um trabalho missionário frutuoso, sem a “semente” do bom exemplo.

89

O bom exemplo é um forte “trator” que arrasta os apáticos, preguiçosos e indiferentes para o caminho da santidade.

90

O mundo está se tornando obscuro por falta da luz do bom exemplo dos católicos.

91

Um coração apaixonado por Deus não se “adultera” com as glórias do mundo.

92

O verdadeiro zelo se interessa pelo que faz… não realiza o bem simplesmente por realizar.

93

Um padre ignorante é uma peste para a Santa Igreja.

94

Aquele que possui um zelo ardente e caridoso desarma até os inimigos.

95

O zelo paciente não se desespera diante da demora dos “frutos”… mas sabe esperar, com paciência, o tempo certo.

96

Aquele que não desiste da prática do bem caminha na direção do céu… e se alegrará muito na hora da morte.

97

O mundo está cheio de homens inúteis e gozadores da vida.

98

O caminho do céu está carpetado de espinhos e ladrilhado de pedras rústicas… Cristo o demarcou com o seu precioso Sangue.

99

É impossível formar um santo longe da “escola” da verdade.

100

O casal deve usar a “tesoura” da correção para cortar os caprichos dos filhos.

 

 

Pe. Divino Antônio Lopes FP (C)

23 de julho de 2020

Santa Brígida, Religiosa

 

Voltar ao topo

 

Este texto não pode ser reproduzido sob nenhuma forma; por fotocópia ou outro meio qualquer sem autorização por escrito do autor Pe. Divino Antônio Lopes FP(C).

Depois de autorizado, é preciso citar:

Pe. Divino Antônio Lopes FP(C). “Sementeira XXXV”

www.filhosdapaixao.org.br/escritos/livros_impressos/sementeira/sementeira_35.htm