Instituto Missionário dos Filhos e Filhas da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo e das Dores de Maria Santíssima

MENSAGEM Nº 82

(23/04/2018)

 

 

 

No Evangelho de São Lucas diz: “E, uma vez à mesa com eles, tomou o pão, abençoou-o, depois partiu-o e distribuiu-o a eles (Lc 24, 30).

Quando os dois discípulos de Emaús se alimentaram do pão, não ficaram de braços cruzados, acomodados, frios e indiferentes... mas voltaram apressadamente para Jerusalém e contaram aos outros o que tinham visto. Assim, amável Mestre, eu deveria, após a comunhão, desejar ganhar-vos corações por minhas orações, palavras e exemplos. Dignai-vos inspirar-me os mais ternos sentimentos para com o vosso adorável sacramento. Quero de hoje em diante ter alegria ao pensar em vós, suplicar-vos e entreter-me de vós e convosco, como o faziam a divina Mãe, os apóstolos, todos os vossos discípulos nos dias que se seguiram à vossa ressurreição (Pe. Luís Bronchain). Aquele que recebe o Santíssimo Corpo do Senhor, Pão dos fortes, não pode ficar inativo, de braços cruzados... mas deve trabalhar com fervor e perseverança pela salvação das almas. Comungar e viver no comodismo é muito perigoso! Quem se alimenta tem o dever de trabalhar!

São João Paulo II escreve: “Hoje nós glorificamos a Cristo – Vítima pascal – como Vencedor da morte. E glorificamos agora aquele Poder que venceu a morte e consumou o Evangelho da obra e das palavras de Cristo com o testemunho definitivo da Vida!” (Meditações e orações).

O Pe. Francisco Fernández Carvajal ensina: “E com Ele chegam sempre a alegria e os desejos de recomeçar quanto antes: Levantaram-se na mesma hora e voltaram a Jerusalém. Mas é necessário que nos deixemos ajudar, que estejamos dispostos a ser dóceis aos conselhos que recebemos” (Falar com Deus, 2).

O Catecismo da Igreja Católica explica: “Como evento histórico constatável pelo sinal do sepulcro vazio e pela realidade dos encontros dos apóstolos com Cristo ressuscitado, a Ressurreição nem por isso deixa de estar no cerne do mistério da fé, no que ela transcende e supera a história” (n.º 647).

 

Pe. Divino Antônio Lopes FP(C)

 

 

 

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