3ª Palestra

 

 

AS TREVAS NA DOR

 

(Resumo)

(Pe. Richard Gräf)

 

Pe. Luiz Lima de Souza

 

Todos devemos contar com sofrimentos na vida. Não podemos imaginá-la como um sonho cor-de-rosa, não devemos esperar que ela nos cumule de privilégios, porque só assim evitaremos grandes decepções. Se alguém anda constantemente atrás da felicidade, de “dias melhores e mais belos”, a dor apanhá-lo-á inesperada e desprevenidamente, e parecer-lhe-á dura e pesada.

Com o pecado original, começou a dor; com ele terminou a primeira felicidade, o jardim de delícias que Deus nos dera. E começou também um processo de atingirmos o céu baseado em Cristo, no qual a dor e a cruz desempenham um papel proeminente. Logo após o pecado original, o Senhor promulgou a lei do sofrimento para o homem (Gn 3, 17-19) e para a mulher (Gn 3, 16), e desde então nunca mais se interrompeu a cadeia de dores. A nossa vida é uma luta, os seus dias são como os dias de um mercenário (Jó 7, 1). A todo o homem são dadas tarefas penosas, e um jugo pesado o oprime desde o dia do nascimento até ao da morte.

Um cristão, mais do que qualquer outra pessoa, deve contar sempre e por toda a parte com a cruz e o sofrimento.

Se pertencêssemos ao mundo, este amar-nos-ia, mas, porque não somos do mundo, odeia-nos.

Sem a graça divina, não conseguiremos dominar a dor. Cristo salvou-nos, apagou o pecado que clamava contra nós.

 

 

1ª Palestra

A DOR NA ETERNIDADE

2ª Palestra

SOFRER AMANDO

3ª Palestra

AS TREVAS NA DOR